10/01/2015

[CREEPYPASTA DO AMOR DOCE] O SURTO

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Olá nerds da Sweet Amoris,
Tudo bom com vocês?

De vez em quando, deixo para vocês essas histórias aterrorizantes e é por isso que estou sempre pesquisando mais algumas.. Vamos para a de hoje? Foi escrita pela Keiperolim. Disponível em: Fanfiction, acessado em: 09/01/2015 às 23:14.


Capa oficial da creepypasta :)

Você já se perguntou a real origem das imagens de Halloween 2013 do Amor Doce?
Docete era apenas uma garota normal.
Docete apenas queria jogar seu jogo favorito mais uma vez. 



CAPÍTULO ÚNICO

Essa história aconteceu em Outubro de 2013. Uma garota, como você, nunca mais se esqueceu daquele dia. Não que ela ainda esteja aqui para contar. Para preservar sua identidade, vamos chamá-la apenas de... Docete.
Docete era uma menina normal, que cursava o 2º ano do Ensino Médio. Desde pequena, sempre foi excluída na escola. Diziam que ela era meio doidinha. Segundo terceiros, ela vivia falando sozinha. Com árvores, pedras, sua borracha ou até mesmo amigos imaginários.
No entanto, o que eles não sabiam, era que a menina era carente. Não é como se ela realmente acreditasse que as coisas iriam à responder. Só que falar com objetos inanimados era melhor do que não falar nada.
O tempo passou, e ela nunca conseguiu se enturmar por conta de suas atitudes. Nunca teve amigos, nunca teve um namorado.
Um dia, vagando pela a Internet, encontrou um anúncio que lhe chamou a atenção. Ele prometia"uma linda história de amor". Ainda por cima, tinha um garoto bonito. Sem pestanejar, ela clicou no link e acessou o site de um jogo chamado "Amor Doce".
A menina se viu, em pouco tempo, viciada no tal jogo. Tinha uma conta para cada paquera. Era a típica docete rica, tinha todos os mangas, artbooks, figuras animadas dos paqueras, etc...
Sua existência havia perdido o sentido, sendo dedicada inteiramente aquele tão incrível jogo de romance. Seu maior sonho? Torná-lo real.
Seus pais já estavam preocupados. A menina mal comia, não dormia, suas notas no boletim caiam e o brilho de seus olhos estava se esgotando.
Um dia, navegando pelo fórum, a menina encontrou um Cupcake voador e estranhou. Ao contrário de hoje em dia, eles não existiam em nosso site. Ainda assim, clicou.
Uma tela preta se abriu. Quebrando o visual monocromático, um ponto de luz no centro. Curiosa, Docete clicava no ponto, e a cada clique, a luz se aumentava.
No final, Chinomiko aparecia vestida de preto com um sorriso minimamente estranho. O bloco de sua fala dizia:
" - Obrigada por acompanhar o jogo todo esse tempo! Sinto muito, mas estarei apagando todos os dados dele. Até a próxima, Docete! "
Docete se desesperou. Tentava ver se alguma resposta estava disponível, mas nada. Afobada, correu para um grupo no Facebook e contou para outras meninas sobre o ocorrido com ela.
Elas a chamaram de mentirosa, louca varrida, retardada. O jogo funcionava perfeitamente bem para todas elas.
A menina começou a chorar. Por mais que tivesse tentado entrar por todas suas outras contas, era sempre direcionada para outro lugar.
Sua última tentativa foi acessar através do celular. Algum milagre havia ocorrido, e ela ficou realmente muito feliz. No entanto, o site não estava normal. A tela tinha uma tonalidade puxada para o roxo, e não tinha a opção que iniciava o jogo.
Antes que ela surtasse de novo, Chino apareceu na tela novamente.
" - Ora... Pelo visto você está realmente desesperada, não é mesmo? Diga-me docete... Você faria realmente de tudo para poder jogar novamente? "
Dessa vez, não tinha resposta, mas ela involuntariamente berrou "sim". Chinomiko sorriu. Será que ela havia compreendido sua voz...?
" - Ótimo. Então... Eu sinto em dizer, mas não posso fazer nada quanto as suas contas. Também não posso permitir que crie outras. Nem tente. Eu vou saber que é você. Mas tenho uma proposta. Você pode trazer novos paqueras só para você. Eles não precisam ser idênticos, nem sequer humanos. Só minimamente parecidos com os originais principais, quanto à cor do cabelo e dos olhos. No caso, do Castiel, Lysandre, Armin, Kentin e Nathaniel. "
– E como eu faço isso, Chino? Como!? - perguntou Docete, aos berros histéricos.
Ela sorriu diabolicamente.
"- É simples, querida. Mate essas pessoas."
Docete sentiu sua espinha gelar. Matar alguém... Ela? Ela nunca havia feito mal para uma mosca sequer! Mas ainda, ela queria mesmo jogar.
Sem alternativas, ela respondeu.
– Está bem. Eu o faço. - disse, decidida.
" - Perfeito, então. Você tem até o final de hoje para concluir esse desafio. Bom jogo, Docete. - ela riu, sumindo e levando consigo a coloração da tela. "
A garota pegou alguns objetos e saiu. Já sabia quem seria o substituto de cada paquera.
[...]
No dia seguinte ao que havia ocorrido o trato com Chinomiko, o noticiário se iniciou com uma notícia trágica. Uma garota de apenas 16 anos havia ido para o hospício local por conta de um surto de loucura, que a levou a matar cinco vidas.
O primeiro, era seu colega de sala, Castro Maldonado. O garoto possuía lindos olhos cinza. Como os de Castiel. A menina invadiu sua casa, trancando a porta do quarto em que ele estava. O amarrou em uma cadeira, impedindo com que o mesmo se movesse. Vizinhos dizem que ele gritava desesperado.
Com o pote de tinta que havia pego, ela tingiu os fios do garoto de vermelho. Estava pessimamente pintado, por sinal. Em seguida, provocou um incêndio naquele local, matando o menino por ingestão excessiva do carbono presente no ar.
O segundo, seu professor de química, Nicolas Ferraz. Ele era jovem e muito belo, com olhos cor-de-mel, e lindos cabelos loiros. Sua morte foi menos bruta do que a anterior. Ela "apenas" o envenenou com o veneno de rato que encontrou na dispensa de casa. Ele se negou a beber, mas ainda assim, teve comprimidos enfiados por sua goela abaixo. Digamos que a sua inteligência foi um fator bônus para ela o assimilar ao Nathaniel.
Sua próxima vítima? Seu próprio cachorro, Kevin. Ele tinha os pelos absurdamente castanhos, e olhos verdes como os do paquera Kentin. Ele gostava de doces. Principalmente seus biscoitos caninos de chocolate falso. Sua mãe sempre a avisou que cachorros passam mal com chocolate. Bem, pelo menos Kevin morreu feliz.
Docete sabia que Lysandre seria o paquera mais complicado para arranjar. Afinal, onde encontraria olhos perfeitamente heterocrômicos como os dele? Ela foi ao laboratório médico da faculdade onde seu pai trabalhava. Sempre teve nojo de corpos para serem dissecados, mas agora era uma questão de honra.
Pegou um olho verde, outro amarelo. Digamos que o guarda grisalho que surgiu facilitou - e muito! - seu trabalho. Louca, repetiu o que fez com Castro anteriormente. O prendeu em uma cadeira, fazendo uma armadilha em forma de teia, impedindo com que ele se movimentasse. Arrancou seus dois olhos, os jogando em um canto qualquer da sala. Como ela conseguiu? Isso de fato, continua sendo um mistério. De qualquer forma, após fazer isso, costurou os olhos coloridos que havia pego, ignorando os gemidos de dor do homem. Em seguida, o golpeou diversas vezes com um bisturi, levando-lhe ao óbito. Após matá-lo, o jogou em um aparelho de raio-x, para "esconder" o corpo.
Às 23:32, já era hora de arrumar algum substituto para Armin. Ela seguiu até o cemitério local. Ultimamente, corriam boatos de um necrófilo á solta na cidade. O chamavam de Armandinho. Diziam que ele era belíssimo, com lindos olhos azuis e cabelos pretos.
Bom, se ela o matasse, estaria fazendo ao menos um bem para a humanidade, não é mesmo?
Como esperava, ele apareceu. Escondida, podia observar sua movimentação. Homem nojento. Como ele conseguia gemer de prazer com aqueles pobres mortos?
Sem pensar duas vezes, lhe esfaqueou em todas as partes possíveis, enfraquecendo seu corpo, de forma com que em poucas horas, ele iria morrer. O jogou no túmulo da mulher que molestava. Pelo menos assim, teria um escroto à menos no mundo.
Ela estava contente, pois finalmente poderia jogar "Amor Doce" novamente. Seu pijama branco estava sujo de sangue, mas ela não ligava. Finalmente, poderia jogar seu amado jogo novamente!
Porém, tudo que é bom dura pouco. O carro da polícia e do hospital psiquiátrico chegou aonde ela estava, a cercando. Ela foi sedada, e em seguida levada para o manicômio.
Seus pais choravam, seus colegas assustados. Não podia se mover, e sua mente estava agora doentia, de fato. A culpa pelas mortes pesava em seus ombros. Isso foi tudo o que ela conseguiu.
No entanto, um dia, enquanto observava as paredes brancas de seu quarto, a imagem de Chino reapareceu para ela, a fazendo tremer compulsivamente.
" - Oh, pelo visto você conseguiu o que eu te pedi! Muito obrigada Docete! - ela sorriu. - É realmente uma pena que você não vai poder jogar, estando presa aqui... Ah, mas não pense que seu esforço foi em vão! Sabe os indivíduos que você matou? Eles serão homenageados em meus desenhos, e talvez lembrados para sempre! Além disso, as outras jogadoras vão gostar bastante... As imagens do Halloween 2013 serão um sucesso, e tudo graças à você! "
Ela sumiu, deixando Docete psicótica em seu mínimo quarto branco. A última coisa que conseguiu ouvir foi uma voz dos que matou atrás de si, todas repetindo a mesma coisa.
– Que pena, você perdeu as imagens! Boa sorte na próxima... Otária!

Então é isso, espero que tenham gostado da creepypasta de hoje, não esqueçam de comentar, ser membro aqui do blog e me adicionar lá no Amor Doce, sou @Dupra lá. 
Beijos e tchau, até o próximo post.

13 comentários:

  1. Respostas
    1. SIM :o AUAHUAH fique ligado no blog para mais creepypastas que estão por vir u_u

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  2. Fiquei com mais dó do cachorro do que dos caras :v
    Mas okay, muito louca essa Creepypasta

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  3. AUAHUAHAHA quem nunca preferiu salvar os animais do que uma "pessoa"?
    Obrigada, pelo comentario, Kateryne, beijos

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  4. Amei! Seria louco se fosse vdd :o

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    Respostas
    1. okay eu so vou me afastar calmamente e colocar cruzes e terços para me proteger essa noite

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  5. Nossa to arrepiada, mas legal a Creepypasta

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  6. bate perfeitamente ;-;
    V T N C
    não tenho mais coragem pra jogar os eps de halloween ;-;

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